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CULTIVO DE MANDIOCA E PRODUÇÃO DE FARINHA SÃO TEMAS DE CAPACITAÇÃO EM CATU (BA)

Os agricultores contaram com a experiência da Embrapa sobre o assunto
Publicada em 28/04/2014

Com o objetivo de contribuir para o fortalecimento dos grupos produtivos das organizações da sociedade civil do município de Catu (BA), a AVSI articulou com o Instituto Federal da Bahia (IFBA) – e este com a Embrapa – um dia de oficina sobre o cultivo de mandioca e a produção de farinha. A atividade está inserida no âmbito do projeto Ciranda Viva Recôncavo.

 

O “Dia de Campo sobre a Cultura da Mandioca” ocorreu no Centro de Tecnologia da Mandioca (CTM) da Embrapa, localizado no município de Cruz das Almas (BA), na última quinta-feira, 24.


Cerca de 20 produtores de farinha das comunidades de Flechas, Pedras e Veadinho puderam conhecer mais sobre novas técnicas de aplicação da mandioca para a alimentação humana e de animais e também sobre a produção de farinha respeitando padrões de qualidade.


Experiência com a Embrapa


O pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticulturas Tropicias, Joselito Silva Motta, conversou com os agricultores sobre o agronegócio da mandioca – incluindo possíveis usos do produto – e alertou sobre a higiene no processo de produção e venda.


Motta também guiou os produtores à casa de farinha da instituição, onde explicou o modo de uso dos equipamentos específicos para manipular a mandioca e produzir a farinha.


Já o pesquisador Mauto de Souza Diniz apresentou a utilização da manipueira. O resíduo tóxico, resultante da prensagem das raízes, pode ser aproveitado para a adubação da mandioca.


Além disso, os produtores também visitaram a plantação de mandioca da Embrapa e participaram de um lanche com produtos cujo ingrediente principal é a mandioca ou seus derivados, desenvolvidos a partir de experimentos da instituição.


Um bem para todos


Para Marcele Andrade, coordenadora do projeto Ciranda Viva Recôncavo, a experiência foi proveitosa por diversos motivos.

 

“Os produtores gostaram muito do que aprenderam com a Embrapa, e para a equipe do projeto a oficina foi uma boa oportunidade para conhecer uma estrutura de casa de farinha ideal, já que planejamos implantar um espaço assim para os produtores das comunidades de Catu”, afirma Marcele.


Além da oficina, está prevista a realização de uma capacitação de 120 horas para os produtores de farinha envolvidos no Ciranda Viva Recôncavo. As aulas serão ministradas por professores do IF Baiano Catu, parceiro na iniciativa.



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